Visita técnica ao TJSP do Programa Justiça [+Segura] do CNJ busca atuação coordenada
Objetivo é compreender necessidades do PJ paulista.
O Tribunal de Justiça de São Paulo recebeu, hoje (12), a visita técnica do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para apresentação do programa Justiça [+Segura], fruto de parceria entre o CNJ e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). A iniciativa, já que o avanço tecnológico deve caminhar junto com padrões elevados de segurança, é voltada ao fortalecimento da segurança cibernética no Poder Judiciário, com foco em garantir a continuidade dos serviços judiciais e a proteção de dados. No Justiça [+Segura], o CNJ e os tribunais, de forma conjunta, promovem a segurança cibernética do Poder Judiciário, com estratégias que fortalecem a preservação digital e a integridade de informações, e ampliam a proteção dos sistemas e dos usuários.
O juiz auxiliar da Presidência do CNJ, Henrique Dada Paiva, durante o período da manhã, apresentou aos magistrados paulistas o Programa Justiça [+Segura] e seus vetores estratégicos e destacou a importância da participação do TJSP, maior tribunal estadual do país, na aderência às soluções propostas pelo Programa Justiça [+Segura]. A parte da tarde se destinou aos servidores especializados em Tecnologia da Informação.
Os integrantes do Programa Justiça [+Segura] buscam, prioritariamente, compreender as necessidades específicas do Judiciário de São Paulo para uma agenda estratégica institucional que combine articulação institucional; validação técnica de diagnósticos e soluções em segurança cibernética; e fortalecimento da atuação coordenada em rede no Poder Judiciário.
A governança do projeto se pide nas seguintes frentes:
- Quatro eixos transversais de coordenação: Coordenação Geral; Unidade de monitoramento e controle integrado; Unidade de gestão técnica e operacional; Unidade de formação e comunicação;
- Quatro frentes de trabalho, focadas em: Compliance normativa; Conformidade operacional; Governança em rede; Fomento à cultura de segurança cibernética.
Pelo TJSP participaram dos trabalhos o coordenador da Comissão para Assuntos de Informática, desembargador Antonio Carlos Alves Braga Júnior; os juízes assessores de Tecnologia da Informação, Planejamento, Gestão, Inteligência Artificial e Governança Ana Rita de Figueiredo Nery, Fabiana Marini, Paula Lopes Gomes e Tom Alexandre Brandão; o secretário de Tecnologia da Informação (STI), Marco Antonio Lopes Samaan; e o diretor da STI, Glaucio Palao Silva. Pelo CNJ, além do juiz auxiliar da Presidência, Henrique Dada Paiva; o chefe da Divisão de Segurança da Informação, Luciano Kuppens; o diretor técnico do DTI, Antônio Augusto Silva Martins; o coordenador-geral do Programa Justiça [+Segura]/PNUD, Alexander Vaz; a gerente sênior do PNUD/Brasil, Julia Matravolgyi; e a gerente de eventos do Programa Justiça [+Segura], Nathalia Rodrigues.
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